Quem Somos

//Laboratório de Ideias Criativas em Turismo – TOURISM CREATIVE LAB

Somos um laboratório que integra o CIDEHUS - Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora e que apoia a incubação de ideias para o desenvolvimento de projetos inovadores e criativos em Turismo.

Atuamos no primeiro nível da conceção de projetos em Turismo, ou seja, no nível do desenvolvimento da ideia e da estruturação de projeto, lançando os mesmos para a fase de incubação de projeto e no desenvolvimento de negócios, apoiados pela rede de parceiros institucionais.

Estruturamos a nossa organização em dois níveis:

  • I & D.TUR - Investigação e Desenvolvimento de conhecimento aplicado ao Turismo;
  • C & I.TUR - Criatividade e Inovação em Turismo, unidade de apoio ao desenvolvimento de ideias e projetos em Turismo.

Contactos

Responsável

Jaime Serra

email: jserra@uevora.pt

Últimas Notícias

Nenhum país desenvolveu com sucesso políticas de retorno.  

“Há sempre a expectativa de voltar. Os emigrantes dos anos 1960 queriam voltar”, mas só depois da reforma, lembra a socióloga, rejeitando essa opção para os jovens emigrantes de hoje. “Manter essa população em Portugal passa muito mais por resolver a questão do desemprego jovem, ter medidas destinadas à faixa etária dos jovens para terem expectativas não só de encontrar um trabalho mas um trabalho que corresponda às suas habilitações”, diz Maria Filomena Mendes.

in Público  (24 Fevereiro 2017) 

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Portugal é o segundo país europeu com maior taxa de emigrantes.  

“A expectativa era que os níveis da emigração estivessem a descer significativamente”, acrescenta Maria Filomena Mendes. “É preocupante pelas características da nova emigração e que não é comparável à emigração dos anos 1960. Agora temos uma emigração qualificada. São jovens em que se investiu muito durante a sua formação académica e profissional”, realça a académica e professora do Departamento de Sociologia da Universidade de Évora".

in Público  (24 Fevereiro 2017) 

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Natalidade volta a crescer, mas não trava redução da população.  

"Nas projeções que fazemos no Laboratório de Demografia de Évora, analisando apenas o movimento natural, as perspetivas são sempre de declínio demográfico. Mesmo que atingíssemos o índice de fecundidade de 2.1 filhos por mulher - que é o limite mínimo para renovação de gerações - perderíamos população. Tem a ver com o resultado das últimas décadas: temos gerações menores em dimensão e mesmo que tenham mais filhos, será sempre uma natalidade menor", explica Maria Filomena Mendes, presidente da Sociedade Portuguesa de Demografia.

in Diário de Noticias  (21 Outubro 2016) 

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Ciclo de workshops em Demografia:   

Coherent population forecast methods 
Keynote speaker: Jim Oeppen

Programa Completo .

Entrada livre sujeita a pré-inscrição através do seguinte formulário .

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Minicursos de formação avançada em Demografia:   

O Laboratório de Demografia em parceria com a Associação Portuguesa de Demografia apresenta um ciclo de 3 minicursos. 

- Introdução ao R para demógrafos // 

- Introdução à análise de sobrevivência em demografia // 

- Introdução à utilização de modelos de regressão em análise demográfica. 

Mais informações.    

Para a sua inscrição preencha o formulário

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V Congresso Português de Demografia , a decorrer nos próximos dias dia 6/7 de Outubro, na Fundação Caluste Gulbenkian coloca ao seu dispor três workshops: 

- “Demographic time, metabolism, and structure: comments on Portugal and the EU". Tim Riffe//

- "Demography in the backyard: do plants and animals retire?". Roberto Salgueiro-Gómez //

- "Portugal - dinâmicas demográficas e segurança pública". //

Caso não pretenda inscrever-se para participar no Congresso, poderá inscrever-se apenas para assistir aos workshops mediante um custo associado: 30€ 1 workshop; 50€ 2 workshops; 70€ os 3 workshops.

Para mais informações clique

E para qualquer esclarecimento, contacte-nos através do e-mail: geral@apdemografia.pt .

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Na próxima semana o Laboratório de Demografia e os seus colaboradores apresentam no V Congresso Português de Demografia , as seguintes comunicações orais: 

- “Determinants of European tourism demand in a demographic ageing society”. Jaime Serra, Filipe Ribeiro, Lídia Patrícia Tomé e Maria Filomena Mendes //

- "Um olhar sobre a importância de usar pesos de amostragem na análise de dados”. Paulo Infante, Anabela Afonso e Ana Laura Carreiras //

-“Impacto da demografia no mercado de trabalho e emprego em Portugal”. José Rebelo dos Santos //

- “Restrições e perceções de oportunidades: qual o seu efeito nas intenções reprodutivas dos portugueses?”. Rita Brazão Freitas, Maria Filomena Mendes e Andréia Maciel //

- “As descendências de filho único e o childlessness na coorte de mulheres nascidas entre 1964 e 1968”. Andréia Maciel, Rita Brazão Freitas e Maria Filomena Mendes //

- “Postponement, recuperation and future trends of fertility in Portugal”. Lídia Patrícia Tomé e Maria Filomena Mendes //

- “Forecasting mortality patterns by cause of death in an economic crisis context” . Filipe Ribeiro e Maria Filomena Mendes //

- “A evolução da mortalidade da população idosa em Portugal no Século XX”. Filipe Ribeiro e Maria da Graça C. L. David de Morais //

- “Projeções da população residente: aspetos metodológicos e principais resultados”. Graça Magalhães //

- "Idade média das mulheres ao nascimentos dos filhos e envelhecimento da população feminina em idade fértil, 1980-2015". Graça Magalhães

Programa completo.  

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Jardim da estrela recebe festival dos oito aos oitenta. 

Entre os parceiros envolvidos está Filomena Mendes, presidente do Congresso Português de Demografia. A demógrafa e professora universitária, também presente na apresentação do evento, quis alertar para a necessidade de uma reorganização da sociedade. “Para além das crises que o país tem atravessado, também a crise demográfica deve pôr-nos a pensar”.

in Público  (22 Setembro 2016) 

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Trabalha mais de 35 horas semanais? Tem cinco vezes mais possibilidades de só ter um filho. 

O estudo Determinantes da Fecundidade em Portugal , da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), foi avançado pelo PÚBLICO no início deste mês. Mas nesta quarta-feira, um dos capítulos dessa grande investigação coordenada por Maria Filomena Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Demografia, foi esmiuçado num dos debates sobre natalidade que a fundação tem vindo a promover, em Lisboa, neste mês de Maio, dedicado ao tema da População e Natalidade . Em debate, desta vez, estiveram os factores “determinantes para ter um filho único”.

in Público  (18 Maio 2016) 

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Nunca se nasceu tão pouco mas só 8 % não quer (mesmo) ter filhos.

O prolongamento dos estudos, a transição para a vida adulta mais tardia, o investimento numa carreira profissional (especialmente entre as mulheres), o receio do futuro que leva a que se assumam menos compromissos, a falta de apoios e subsídios ou o desejo de manter um estilo de vida incompatível com a grande disponibilidade exigida pelos filhos são outras razões apontadas.

in Noticias ao Minuto   (16 Maio 2016)  

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Os filhos únicos adaptam-se. E os pais? 

E porquê? Encomendado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos e coordenado por Maria Filomena Mendes, da Universidade de Évora, o estudo responde a esta questão. Aproveitando os dados do Inquérito à Fecundidade, de 2013, faz a análise dos motivos que leva uma sociedade a comportar-se assim. E o retrato de Portugal que daí decorre é o de um país desconfortável com a sua fecundidade. Onde, como no resto da Europa, se tem filhos tarde (a idade média ao nascimento do primeiro filho em 2014 era de 30 anos, mais 4,5 anos do que em 1990). E onde o tempo é um luxo e se trabalha demais, o segundo filho é ‘empurrado’ até ao limiar biológico. Onde ainda recai sobre a mulher a conciliação dos filhos com o trabalho, onde se ganha pouco e se tende a concentrar num só filho todos os recursos — onde a opção por um só filho, decorrendo de fatores vários, se resume ao possível face ao desejado.

in Expresso  (7 Maio 2016) 

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"Nascer em Portugal." Especialistas pedem mais apoios e mudança de mentalidade.

Maria Filomena Mendes, coordenadora do estudo sobre as determinantes da fecundidade em Portugal, defende que é preciso mudar mentalidades, por exemplo, no que toca aos conceitos de produtividade no local de trabalho. 

in Radio Renascença  (6 Maio 2016) 

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Ter filhos mete medo? Em Portugal, sim. 

O estudo “Determinantes da Fecundidade em Portugal”, publicado esta semana pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, deixa claro que, sim, os portugueses querem filhos! Maria Filomena Mendes, vice-Reitora da Universidade de Évora, coordenadora da investigação, salientou ao OJE o facto de a esmagadora maioria dos portugueses querer ter filhos, sendo apenas 5% os que expressamente não o querem.

in OJE Digital  (6 Maio 2016)

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Os portugueses querem ter mais bebés. Os partidos ajudam? 

 “O estudo comprova que a grande esmagadora maioria dos portugueses quer ter filhos. E isso permite-nos ter esperança”, conclui Maria Filomena Mendes

in Observador  (5 Maio 2016) 

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Natalidade. Casais perceberam que não podiam adiar o inadiável.  

Maria Filomena Mendes acredita que a fecundidade portuguesa continuará entre as mais baixas da Europa e do Mundo e associa o aumento recente ao "efeito do adiamento". Ou seja, com a crise, os casais adiaram o momento de ter filhos, mas perceberam, agora, que já não podiam esperar mais.

in TSF  (4 Maio 2016)

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Homens têm de limpar o pó para ter mais filhos. 

O estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos revela ainda que tanto eles, como elas, desejam ter mais filhos (2,3) do que acabam por ter. As razões são várias: o prolongamento dos estudos, a entrada no mercado de trabalho, a instabilidade conjugal e a ideia de ter apenas um filho para lhe proporcionar as melhores oportunidades na vida.

in Revista Sabado  (3 Maio 2016) 

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Ideais e valores continuam a ser mais importantes na decisão de ter filhos.

“A questão dos ideais e dos valores continua a ser muito importante nas decisões de fecundidade. Aqueles que vêm de famílias mais numerosas com mais irmãos têm mais possibilidades de ter mais filhos do que queles que foram socializados em famílias de menor dimensão”, afirma Maria Filomena Mendes, coordenadora do estudo, em entrevista à Renascença.

in Radio Renascença  (3 Maio 2016) 

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Sabe com que idade as mulheres portuguesas costumam ter o primeiro filho?

Um estudo apresentado esta segunda-feira  mostra que as mulheres portuguesas têm, em média, o primeiro filho aos 30 anos, mais 4,5 anos do que na década de 1990. Destas, 25% não espera ter mais do que um filho.

in Sol  (2 Maio 2016) 

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Mulheres são mães a partir dos 30 anos.

"Os dados fazem parte de um estudo apresentado hoje, "Determinantes da Fecundidade em Portugal", resultado de uma parceria entre a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) e o Instituto Nacional de Estatística e que foi coordenado pela Universidade de Évora."

in RTP  (2 Maio 2016) 

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Mulheres são mães cada vez mais tarde. 

Os dados fazem parte de um estudo apresentado hoje, "Determinantes da Fecundidade em Portugal", resultado de uma parceria entre a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) e o Instituto Nacional de Estatística e que foi coordenado pela Universidade de Évora.

in Jornal de Notícias  (2 Maio 2016) 

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Natalidade - Portuguesas são mães cada mais tarde.  

Segundo a equipa da Universidade de Évora, liderada pela socióloga Maria Filomena Mendes, muitos jovens deixaram de sentir urgência em ter filhos e nos primeiros anos da idade adulta investem mais na formação, nas carreiras e em recursos para atividades mais centradas em si mesmo.

in Diário de Noticias  (2 Maio 2016) 

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Disparou o número de crianças a viver só com a mãe.

A coordenadora do estudo, a demógrafa Maria Filomena Mendes, aponta, em declarações à Renascença, duas explicações para o fenómeno. "Alguns dos casais que coabitavam deixaram de viver na mesma casa devido à emigração. Durante o período da crise, a partir de 2010, tivemos valores altíssimos de emigração, sobretudo masculina. Muitos dos bebés nascidos em Portugal no ano passado podem ser um reflexo desta situação”, observa.

in Radio Renascença  (2 Maio 2016)

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Bebés de pais que não são casados nem vivem juntos triplicam em dez anos. 

“Há muitos casais que deixaram de viver em coabitação por causa da emigração”, interpreta Maria Filomena Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Demografia (APD) e coordenadora do estudo, Determinantes da Fecundidade que é divulgado nesta segunda-feira, pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS).

in Público  (2 Maio 2016) 

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A única coisa errada nisto da natalidade são os políticos.  

“A facilitação da conciliação do trabalho com a família, não só já do ponto de vista da mãe, mas também do pai, seria importantíssima para incentivar a natalidade”, atira Maria Filomena Mendes. Para a presidente da Associação Portuguesa de Demografia, “num país em que a produtividade ainda se confunde muito com o número de horas que se dedica ao trabalho”, seria assim imperioso “avançar com a redução das jornadas laborais dos funcionários com filhos pequenos”.

in Público  (2 Maio 2016) 

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Primeiro filho nasce quando as mulheres têm 30 anos 

O trabalho revela também que há factores que levam ao adiamento da maternidade, como o prolongamento dos estudos, o momento da entrada no mercado de trabalho, a instabilidade ou falta de uma relação conjugal, a saída tardia da casa dos pais, pensar que ter filhos não é essencial para a realização pessoal e acreditar que é melhor menos filhos mas poder dar-lhe melhores oportunidades.

in Público   (2 Maio 2016) 

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Cerca de 25 por cento dos portugueses esperam ter apenas um filho. 

O estudo, apresentado ao início da tarde em Lisboa, volta a destacar o envelhecimento acelerado da população portuguesa, apontando o adiar do nascimento do primeiro filho como obstáculo central à recuperação da natalidade.

in RTP e Antena 1  (2 Maio 2016)

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Quais são os determinantes da fecundidade em Portugal?

Saiba mais no estudo Determinantes da Fecundidade em Portugal .  

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Em discussão no Mês da População .

 

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Inauguração do Núcleo Museológico da Barroca   (29 Abril 2016).

Uma parceria Santa Casa da Misericórdia de Mora e CIDEHUS-UE. 

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Estão a nascer mais bebés em Portugal, mas falar de "baby boom" é exagero. 

Maria Filomena Mendes diz à Renascença que que as estatísticas oficiais do Instituto Nacional de Estatística (INE) deverão confirmar este aumento: “Segundo os dados revelados pelo INE, estamos numa fase de mudança da curva que, até agora, era de descida. Estes três últimos meses indicam que a tendência inverteu.”

in Rádio Renascença  (22 Abril 2016)

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Só em três meses nasceram mais 1300 bebés. Natalidade continua a crescer. 

Portugal também tinha, a este nível, batido no fundo. Para se ter uma ideia da dimensão da quebra da natalidade, nota Filomena Mendes, “só entre 2010 e 2013 perdemos 18% dos nascimentos”. Uma das características da baixa fecundidade está espelhada no adiamento do nascimento do primeiro filho, que em Portugal já acontece aos 30 anos, em média.

in Público  (22 Abril 2016) 

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Portugal, el país de los hijos únicos? 

Para que eso ocurra y exista un aumento en el número de hijos por mujer, es indispensable una mejor conciliación laboral y familiar , no solo favorable a la madre como ocurría hasta ahora, sino también al padre: “En este momento, su presencia en el hogar es, en Portugal, determinante para pasar del primer al segundo hijo y del segundo al tercero”, sentencia María Filomena.

in El Periódico Internacional  (Abril 2016).  

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Portugal, um país em extinção?

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Submissão de resumos até 30 de Abril

Informação completa aqui

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Missov, T.I.; Ribeiro,F.
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Magalhães, M.G; Mendes, M.F.; Infante, P.
Migration and fertility in Portugal, evidence from ESS 2010.
European Population Conference. (2014)

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Tomé,L.P.; Mendes, M.F.
Cohort reconstruction:relationship between fertility and education and its impact in the transition to motherhood .
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